terça-feira, 6 de dezembro de 2011
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quarta-feira, 21 de abril de 2010
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
domingo, 13 de setembro de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Redação Estrangeirismo
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O estrangeirismo passa a ser um problema quando passamos a fazer uso desnecessario desse recurso, substituindo palavras em português por palavras em outros idiomas, dessa forma podemos deixar de falar portuguê para falarmos portuguese.
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sábado, 25 de julho de 2009
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Origem Mitologica de Eunapolis
Mito feito por Thiago Leal, para a atividade de Filosofia, professor André .
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segunda-feira, 15 de junho de 2009
sexta-feira, 12 de junho de 2009
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Drummond
Desconfio que escrevi um poema.
(Carlos Drummond de Andrade.)
Impossível compor um poema a essa altura da evolução da humanidade.
Impossível escrever um poema - uma linha que seja - de verdadeira poesia.
O último trovador morreu em 1914.
Tinha um nome de que ninguém se lembra mais.
Há máquinas terrivelmente complicadas para as necessidades mais simples.
Se quer fumar um charuto aperte um botão.
Paletós abotoam-se por eletricidade.
Amor se faz pelo sem-fio.
Não precisa estômago para digestão.
Um sábio declarou a O Jornal que ainda falta
muito para atingirmos um nível razoável de
cultura. Mas até lá, felizmente, estarei morto.
Os homens não melhoram
e matam-se como percevejos.
Os percevejos heróicos renascem.
Inabitável, o mundo é cada vez mais habitado.
E se os olhos reaprendessem a chorar seria um segundo dilúvio.
(Desconfio que escrevi um poema.)
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DrPepper.com.br

A graça da tirinha está na metafora que ocorre no terceiro quadrinho, quando o personagem diz que é um pão....=X
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Fábula de Millôr Fernandes
Millôr Fernandes
Satisfeito, o Leão continuou pela floresta e perguntou ao papagaio: "Currupaco, papagaio. Quem é, segundo seu conceito, o Senhor da Floresta, não é o Leão?" E como aos papagaios não é dado o dom de improvisar, mas apenas o de repetir, lá repetiu o papagaio: "Currupaco... não é o Leão? Não é o Leão? Currupaco, não é o Leão?".
Cheio de si, prosseguiu o Leão pela floresta em busca de novas afirmações de sua personalidade. Encontrou a coruja e perguntou: "Coruja, não sou eu o maioral da mata?" "Sim, és tu", disse a coruja. Mas disse de sábia, não de crente. E lá se foi o Leão, mais firme no passo, mais alto de cabeça. Encontrou o tigre. "Tigre, - disse em voz de estentor -eu sou o rei da floresta. Certo?" O tigre rugiu, hesitou, tentou não responder, mas sentiu o barulho do olhar do Leão fixo em si, e disse, rugindo contrafeito: "Sim". E rugiu ainda mais mal humorado e já arrependido, quando o leão se afastou.
Três quilômetros adiante, numa grande clareira, o Leão encontrou o elefante. Perguntou: "Elefante, quem manda na floresta, quem é Rei, Imperador, Presidente da República, dono e senhor de árvores e de seres, dentro da mata?" O elefante pegou-o pela tromba, deu três voltas com ele pelo ar, atirou-o contra o tronco de uma árvore e desapareceu floresta adentro. O Leão caiu no chão, tonto e ensangüentado, levantou-se lambendo uma das patas, e murmurou: "Que diabo, só porque não sabia a resposta não era preciso ficar tão zangado".
M O R A L: CADA UM TIRA DOS ACONTECIMENTOS A CONCLUSÃO QUE BEM ENTENDE.
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segunda-feira, 25 de maio de 2009
Resumo Crítico
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quarta-feira, 20 de maio de 2009
Tirinha Mafalda 1.0
Nenhum animal na Terra destroi seu habitat natural, nem matam seres de sua propria especie por motivos futeis, vivem todos em harmonia com a natureza. Porém o ser humano é o unico que não se encaixa nessa "natureza", destruimos o lugar onde moramos pouco a pouco, e matamos nossos semelhantes pelos motivos mais banais..... Será que não precisamos de uma placa de não funciona????
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domingo, 3 de maio de 2009
Análise "O gigolô das palavras"
No ensino brasileiro, na matéria de português os alunos são "obrigados" a todos os anos aprenderem todas as regras da gramática o que segundo o ministério de educação é extremamente importante para a vida do aluno.
Luís Fernando Veríssimo em seu texto "O gigolô das palavras" critica esse metodo de ensino onde o importante é saber todas as regras gramaticais e respeita-las a todo custo.
Segundo ele para escrever bem não é preciso saber todas as normas da gramática necessita-se apenas do básico para evitar "vexames", o importante mesmo é escrever de uma forma clara não necessariamente correta.
Concordo com a opinião de Veríssimo, pois nem todas as normas gramaticais são usadas no dia-a-dia e nem sempre as pessoas que escrevem certo, escrevem de uma maneira clara e objetiva, para isso devemos ter uma verdadeira relação de gigolô com as palavras.
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